Assessoria de Imprensa FENACEF

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Jornalista Responsável pela Assessoria de Imprensa da FENACEF.

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Nesta quarta-feira (4), reuniram-se em Brasília, o presidente da FENACEF, Edgard Antônio Bastos Lima, e representantes da FENAE, FENAG, SOCIAL CAIXA, ANEAC, CONTRAF-CUT, entre outras entidades, para juntos discutirem medidas que suspendam efetivamente os efeitos da Resolução CGPAR nº 23/2018 e derrubem a imposição do teto de custeio do plano de saúde de 6,5%, definido no novo estatuto da CAIXA.

Na reunião, cada representante pôde explicar que medidas já foram adotadas e quais outras podem ser implementadas por todas as entidades, no que tange à suspensão da CGPAR nº 23/2018 e a retirada do limite do teto de custeio do plano Saúde CAIXA. 

Na oportunidade, o presidente Edgard Bastos Lima, ressaltou que “pela redação do estatuto, a participação da CEF no custeio dos benefícios de assistência à saúde limitada ao percentual de 6,5% das folhas de pagamento e proventos, prejudica mais ainda os trabalhadores, aposentados e pensionistas, que ainda pagam o contencioso judicial e podem levar à extinção do Saúde CAIXA, em médio prazo”. 

O presidente também atualizou os presentes sobre os acontecimentos e as ações impetradas pela FENACEF na justiça, por intermédio das associações. Para ele, é importante estabelecer uma agenda de trabalho para debater os problemas que afetam e são comuns a todos, porque, segundo Edgard Bastos, trabalhando juntos é mais fácil encontrar as soluções.

O presidente da FENACEF recomendou que, conjuntamente, todos trabalhem e empreguem os esforços necessários para que o PDC 956/2018 siga ao plenário da Câmara para aprovação. O Projeto que propõe sustar os efeitos da Resolução nº 23 da CGPAR foi aprovado por unanimidade na CCJ da Câmara dos Deputados, em julho passado, e está pronto para votação em plenário.

“Se as medidas propostas pelo governo federal forem implementadas, os programas de saúde das estatais serão encarecidos, tornando-se, portanto, excludentes; sem mencionar a violação aos direitos adquiridos”, desabafou Edgard Bastos Lima.

Como consequência da reunião ficou acordado que, na segunda quinzena de setembro, as entidades voltam a se reunir para conversarem sobre o andamento e resultado das medidas adotadas e do trabalho em conjunto realizado.

Veja o desempenho das cotas do seu plano

A valorização acumulada das cotas do Novo Plano e do REB em 2019 chegou a 8,25% e 8,06% em julho, superando com folga a meta atuarial (5,22%).

Para efeito de comparação, um investimento que pagasse 100% do CDI, índice de referência para aplicações em renda fixa, resultaria em ganhos de 3,66% no mesmo período.

Em julho, as cotas dos planos da FUNCEF se valorizaram 0,85% (Novo Plano) e 0,79% (REB), um desempenho que bateu mais uma vez o CDI (0,57%) e se equiparou à rentabilidade mensal do Ibovespa (0,84%).

O bom desempenho do Novo Plano e do REB também se confirma em análise dos últimos 12 meses, como mostram os gráficos abaixo.

 

 

 

Como é feita a divulgação

As diferentes periodicidades de divulgação dos resultados dos planos da FUNCEF têm a ver com suas características.

O Novo Plano e o REB são planos de contribuição variável, modalidade em que o saldo em conta de cada participante é individualizado em cotas, cuja variação de valor representa uma rentabilidade líquida (descontadas as taxas de administração e para o custeio dos benefícios de risco) calculada todos os meses.

Já a estrutura do REG/Replan é diferente por se tratar de um plano de benefício definido, mutualista por definição. Neste caso, não há cotas individuais e o benefício futuro é calculado atuarialmente.

Comunicação Social da FUNCEF

 

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