7março2010
Novo telefone do Fenacef Saúde
Publicado por admin em: Saúde Notícias.

4março2010
Publicado por admin em: Saúde Notícias.
As mudanças climáticas podem afetar muitos aspectos da saúde humana, incluindo doenças respiratórias alérgicas, como a rinite, segundo estudo apresentado esta semana no Encontro Anual da Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia. De acordo com os pesquisadores da Universidade de Genoa, na Itália, a mudança na duração das estações e o aumento dos níveis de pólen no ar podem ser responsáveis pelo crescimento e piora dos casos de rinite alérgica.
No estudo, os pesquisadores registraram a contagem de pólen, a duração das estações e a prevalência de sensibilizações a quatro tipos de pólen em uma região da Itália no período entre 1981 e 2007. E notaram que, com o tempo, houve um aumento progressivo na duração de algumas estações de pólen – normalmente, primavera e outono -, e na carga total de pólen para algumas espécies de plantas.
De acordo com o pesquisador Walter Canonica, membro da Academia Americana, as mudanças climáticas são uma realidade, e seu impacto na saúde, sobretudo a respiratória, pode ser observada ao longo do tempo. “Estudando uma região geográfica bem definida, observamos que o progressivo aumento da temperatura média tem prolongado as estações de pólen de algumas plantas e, consequentemente, a carga total de pólen”, explicou o especialista.
Os resultados indicaram, ainda, que a porcentagem de pacientes com sensibilidade a esses alérgenos cresceu com o tempo, porém, segundo os autores, ainda não está claro até que ponto as estações de pólen mais longas aumentam os riscos das pessoas desenvolverem alergias. “Estações de pólen mais longas e maiores níveis de pólen, certamente, podem exacerbar os sintomas de pessoas com rinite alérgica e, para aqueles que tinham sintomas mínimos previamente. Isso pode levar mais pessoas a procurar cuidados médicos”, concluiu a pesquisadora Estelle Levetin, membro da Academia Americana de Alergia.
Fonte: 2010 Annual Meeting of the American Academy of Allergy, Asthma & Immunology. Press release. 01 de março de 2010.
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27novembro2009
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Os endoscópios tradicionais permitem que os médicos deem uma espiada no interior do corpo dos pacientes.
Hoje os médicos inserem endoscópios com câmeras nas pontas para procurar por anormalidades visíveis, como tumores, no trato gastrointestinal e nos órgãos internos.
Agora, pesquisadores estão desenvolvendo um microendoscópio que permitirá uma inspeção completa do organismo, gerando imagens 3-D em tempo real, ampliando o uso desse equipamento médico para a detecção de condições nas quais ele não é útil hoje.
Enxergando abaixo da superfície
A equipe do Dr. Huikai Xie, da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, está substituindo as câmeras com scanners capazes de “enxergar” abaixo da superfície dos tecidos, revelando grupos de células ou padrões de crescimento anormais antes que o câncer adquira tamanho suficiente para se tornar visível.
“Hoje os endoscópios apenas tiram fotos do tecido superficial. Assim, se você enxergar alguma anormalidade na superfície, ótimo. Mas, na maior parte das vezes, particularmente com o câncer, os estágios iniciais da doença não são tão óbvios. A tecnologia que estamos desenvolvendo é basicamente para ver sob a superfície, sob a camada epitelial,” explica o pesquisador.
Os experimentos iniciais com os microendoscópios são promissores. Por enquanto eles foram avaliados apenas em animais e ainda dependerão de testes em humanos para poderem chegar às clínicas e hospitais.
Scanner infravermelho
Os microendoscópios, do tamanho de uma caneta, possuem um scanner infravermelho no lugar da câmera. O coração do aparelho é um sistema microeletromecânico, ou MEMS, um espelho motorizado microscópico que se movimenta para um lado e para o outro para refletir um feixe de luz infravermelha altamente focalizada.
Embora a luz infravermelha focalizada atinja apenas um ponto no tecido, o movimento do espelho permite que o aparelho faça um rastreamento de uma grande parte do tecido em alta resolução – a resolução, de 10 micrômetros, é 10 vezes maior do que os melhores endoscópios no mercado, que utilizam tecnologia de ultrassom.
Imagem tridimensional do corpo
Os dados lidos pelo aparelho são passados para um computador, que reconstrói uma imagem tridimensional do tecido. Um microendoscópio é capaz de fazer uma varredura de 360 graus, gerando uma imagem de todo o tecido ao seu redor.
De posse da imagem 3-D, os técnicos de laboratório ou os médicos podem procurar por anormalidades no tecido.
Os pesquisadores acreditam que os microendoscópios, quando aprovados para uso humano, poderão eliminar grande parte das biópsias invasivas, que têm alto risco, podem causar hemorragias e custam caro.
Ferramenta para cirurgias
Como os microendoscópios geram imagens em tempo real, os pesquisadores acreditam também que eles poderão tornar-se uma ferramenta útil em cirurgias, revelando as áreas onde o corte ou a remoção de tecidos é segura.
“Nós estamos tentando acoplar essa sonda de imagens com ferramentas de corte, de forma que, quando os cirurgiões estiverem cortando, eles saberão exatamente o que têm pela frente,” disse Xie.
Fonte: Diário da Saúde.
11novembro2009
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Um estudo feito na França concluiu que a maior parte dos aposentados se sente mais jovem e saudável pouco depois de parar de trabalhar.
Os pesquisadores da Universidade de Estocolmo e da University College de Londres acompanharam cerca de 15 mil funcionários franceses das empresas estatais de gás e eletricidade.
Eles pediram ao empregados para avaliar suas próprias condições de saúde sete anos antes da aposentadoria e sete anos depois.
Os pesquisadores afirmam que a diferença corresponde a um ganho em saúde de entre oito e dez anos.
As maiores melhorias de saúde foram notadas entre aqueles provenientes de ambientes de trabalho mais humildes.
Entre aqueles que ganhavam mais e tinham empregos mais satisfatórios, não foram notadas grandes mudanças.
Os autores do estudo publicado na revista científica “Lancet” sugerem que é essencial melhorar as condições de trabalho para minimizar os efeitos nocivos à saúde, em uma época em que as pessoas vêm permanecendo cada vez mais tempo no mercado de trabalho.
Fonte: G1
11novembro2009
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O Seguro Saúde sob medida para ex-economiários e dependentes de economiários
maiores de 24 anos, excluídos do Saúde CAIXA.
Os ex-funcionários da CAIXA, que venham a ser excluídos do Saúde CAIXA, devido à perda do vínculo empregatício, sem justa causa, e os dependentes de economiários ativos (CAIXA) e aposentados (FUNCEF), excluídos por idade, podem ingressar como TITULARES, no Seguro FENACEF SAÚDE.
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